Debate entre Marcelo e Ventura foi o mais visto desde 2012

O debate presidencial entre os candidatos André Ventura e Marcelo Rebelo de Sousa foi o mais visto até ao momento, superando o que teve mais audiência nas eleições presidenciais de 2016, de acordo com a análise da Universal McCann.

O frente-a-frente entre André Ventura e Marcelo Rebelo de Sousa, realizado na quarta-feira à noite na SIC, foi visto por 1,834 milhões de telespetadores, "a que correspondeu a um 'share' de 32,1%, permitindo que o canal "liderasse o dia com um 'share' total de 20,9%, mais 3,2 pontos percentuais que a TVI e mais 8,5 pontos percentuais que a RTP1", segundo a Universal McCann, agência de meios do grupo IPG Mediabrands.

Este debate "superiorizou-se ao mais visto das presidenciais de 2016, que opôs Marcelo Rebelo de Sousa a Sampaio da Nóvoa".

Nesse frente-a-frente, que foi transmitido em 07 de janeiro de 2016, "a SIC emitiu o debate que foi visto, em média, por 1,2 milhões de portugueses", adianta.

Até 06 de janeiro, "os três debates mais vistos contaram com a presença do atual Presidente da República", salienta a Universal McCann.

O segundo debate mais visto destas eleições presidenciais realizou-se no dia 02 de janeiro, na TVI, entre Marcelo Rebelo de Sousa e João Ferreira, tendo contado com uma audiência média de mais de um milhão de telespetadores.

Já o terceiro no 'ranking' dos mais vistos opôs Marcelo Rebelo de Sousa a Marisa Matias, em 05 de janeiro, na RTP1, registando uma audiência média de 846 mil telespetadores.

"Comparando as audiências dos debates entre as duas eleições, infere-se que as mesmas se apresentam em linha com as registadas em 2016, existindo ligeiras diferenças entre os principais debates", salienta a Universal McCann.

De acordo com a SIC, "excluindo os debates eleitorais transmitidos em simultâneo pelos canais SIC, RTP e TVI, como o das últimas legislativas, o frente-a-frente entre Marcelo e Ventura foi o debate político mais visto desde que existe o novo painel da Gfk, iniciado em 2012", ou seja, em oito anos.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19 em Portugal, estão marcadas para 24 de janeiro.

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