Cavaco vê com bons olhos acordo orçamental a oito anos

O acordo político de médio prazo ontem exigido por Aníbal Cavaco Silva aos três maiores partidos - PSD, PS e CDS - deve seguir o que tem sido defendido, insistentemente, por Carlos Costa, o governador do Banco de Portugal, que reuniu duas vezes com o Presidente da República (PR) nos últimos cinco dias.

O Presidente exigiu um acordo de três pilares: "terá de estabelecer o calendário mais adequado para a realização de eleições antecipadas", "garantindo o apoio à tomada das medidas necessárias para que Portugal possa regressar aos mercados logo no início de 2014 e para que se complete com sucesso o Programa de Ajustamento" e tem de ser "de médio prazo, que assegure, desde já, que o Governo que resulte das próximas eleições poderá contar com um compromisso entre os três partidos que assegure a governabilidade do País, a sustentabilidade da dívida pública, o controlo das contas externas, a melhoria da competitividade da nossa economia e a criação de emprego".

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