Carta de Passos à PGR parou investigação a rendimentos

Até à chegada da missiva do primeiro-ministro sobre o caso Tecnoforma, um procurador do DCIAP iniciou diligências, com o conhecimento do diretor.

Por que motivo um procurador do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) deu os primeiros passos numa investigação ao caso Passos Coelho/Tecnoforma e outro arquivou-o de imediato? Esta é a pergunta que a Procuradoria-Geral da República se recusa a responder desde sexta-feira. Segundo o processo, consultado ontem pelo DN, foi só com a chegada de uma carta do primeiro-ministro à Procuradoria que os magistrados do Ministério Público se "aperceberam" da prescrição de eventuais crimes. Até então, foram feitas diligências no processo, até com o conhecimento do diretor do DCIAP, Amadeu Guerra.

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