Bernardino Soares diz que acusações de perseguições na Câmara de Loures são "calúnias"

O presidente da Câmara de Loures, Bernardino Soares (CDU), negou hoje as acusações do PS concelhio sobre perseguições a funcionários da autarquia por motivos políticos, assegurando tratar-se de "calúnias e infâmias".

O PS de Loures acusou esta manhã o atual executivo de estar a perseguir funcionários da autarquia por questões políticas e admitiu avançar com queixas formais junto dos sindicatos.

"É uma acusação inaceitável. Não há discriminação de nenhum trabalhador por ser desta ou daquela força política. Eu vou escrever amanhã ao presidente da concelhia do Partido Socialista exigindo a imediata concretização destas acusações, se não se concretizarem [é porque] se trata de calúnias e infâmias que nós rejeitamos", afirmou o autarca à agência Lusa.

O PS realizou esta manhã uma conferência de imprensa para fazer um balanço do primeiro ano de mandato de Bernardino Soares à frente da Câmara de Loures, tecendo várias considerações negativas e referindo tratar-se de um ano "de investimento municipal nulo" e de "muitas "incongruências e contradições".

Bernardino Soares, antigo líder da bancada parlamentar do PCP, venceu as eleições autárquicas de setembro passado em Loures, sucedendo na câmara ao socialista Carlos Teixeira, que tinha presidido o município durante 12 anos.

Desde que assumiu funções, sempre lamentou a existência de problemas financeiros do município, que classificou de "dramáticos". Segundo o comunista, só em compromissos assumidos do mandato anterior a autarquia deve mais de 20 milhões de euros.

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