Aplicação de taxas moderadoras no aborto isola CDS

Centristas não excluem revisão da lei. PSD ergue muro de silêncio por não acompanhar as pretensões do parceiro de coligação.

O CDS é, para já, o único partido que não descarta aproveitar a entrada da iniciativa legislativa de cidadãos na Assembleia da República (AR) que visa a revisão da lei do aborto para também propor alterações à legislação em vigor.

Embora revele muitas cautelas - sublinhando que prefere ver a proposta assinada por mais de 48 mil pessoas e que chegou às mãos de Assunção Esteves na passada quarta-feira -, fonte da direção da bancada centrista diz ao DN que o partido "não exclui" debater esse tema, em particular a aplicação de taxas moderadoras no recurso ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) para interrupção voluntária da gravidez (IVG).

Porém, os centristas parecem falar sozinhos, uma vez que o PSD ergueu um enorme muro de silêncio sobre esta matéria. A instrução entre os sociais-democratas é deixar que o processo decorra lentamente, sem sobressaltos de maior, até porque a questão da IVG está longe de ser consensual.

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