Agência anti-fraude da UE investiga caso Tecnoforma

Gabinete OLAF abriu investigação formal. Em causa pode estar a má utilização de fundos comuniários. Caso envolve o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho e o ex-ministro Miguel Relvas

O Gabinete da Luta Anti-fraude da União Europeia (OLAF) abriu investigação formal sobre o financiamento da empresa Tecnoforma e da Organização não-governamental CPPC (Centro Português para a Cooperação) com fundos comunitários, no seguimento de uma queixa enviada pela eurodeputada Ana Gomes em Dezembro de 2012, segundo adiantou hoje o próprio gabinete de Ana Gomes.

O caso remonta a 2004 quando o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho era gestor da Tecnoforma e Miguel Relvas, secretário de Estado da Administração Local. Nesta qualidade, Relvas terá facilitado a adjudicação à Tecnoforma de 1,2 milhões de euros para acções de formação direccionadas para funcionários de aeródromos. O dinheiro saiu do programa "Foral".

Também o Departamento Central de Investigação e Acção Penal tem em curso um inquérito-crime sobre este caso.

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