Acordo por ora "impossível", dizem fontes do PS

O PSD e o CDS estão a manifestar uma "intransigência absoluta" na questão dos cortes de 4,7 mil milhões na despesa pública, o que torna um acordo "impossível", disseram ao DN fontes do PS.

O PS exige que esse corte caia, no âmbito da discussão de um dos pilares do "compromisso de salvação nacional" - aquele que definiria políticas a levar a cabo até ao fim do Programa de Ajustamento (junho de 2014).

"Nesta negociação assistimos desde a primeira hora a uma intransigência absoluta do PSD e do CDS-PP em manter os cortes de 4,7 mil milhões, perante a evidência dos nefastos efeitos na economia do País", disse ao DN a fonte do PS.

Delegações dos três partidos estão reunidas desde as 17.30, desta vez na sede do PSD. Trata-se da quarta ronda negocial, que conta mais uma vez com a presença de um consultor presidencial, David Justino.

António José Seguro já disse que ou há acordo nos três pilares do "compromisso de salvação nacional" proposto pelo Presidente da República ou não há acordo nenhum.

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