Governo garante às famílias que as escolas estão preparadas para receber alunos

A ministra Mariana Vieira da Silva assume que as escolas já têm todos as orientações para fazer face à pandemia e estão prontas para que as aulas comecem entre 14 e 17 de setembro.

O Governo considerou esta quinta-feira que "as famílias devem estar descansadas e confiantes" porque as escolas "são capazes de enfrentar esta pandemia" e receber em segurança os alunos, uma vez que já estão disponíveis as orientações necessárias.

"O ano letivo vai iniciar-se entre 14 e 17 de setembro. As escolas estão preparadas para esse início, criaram os seus circuitos, preparam-se para poder receber os alunos", referiu a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, no briefing após a reunião do Conselho de Ministros.

A governante quis deste modo deixar uma "mensagem de tranquilidade". "As famílias devem estar descansadas e confiantes porque os nossos estabelecimentos escolares são capazes de enfrentar esta pandemia, são capazes de ter em segurança as suas crianças e têm à sua disposição as orientações de que necessitam", assegurou.

Na perspetiva de Mariana Vieira da Silva, é necessário ter "consciência do muito trabalho que foi feito". "Ao longo dos últimos meses têm sido enviadas às escolas e tornadas públicas nos sites dos diferentes serviços do Ministério da Educação e por todas as vias um enorme conjunto de orientações sobre o regresso às aulas", referiu.

De acordo com a ministra, essas orientações dizem respeito aos planos de contingência, à organização do espaço, à concertação de alunos que é permitida, à distância entre os alunos, procedimentos relativamente aos espaços de refeições, à utilização de máscara a partir do segundo ciclo.

"Aquilo que dissemos que ainda faríamos é um conjunto de orientações explicitas, que até já estão trabalhadas nos documentos que eu referi, sobre como cada escola deve reagir relativamente a um caso suspeito, a um caso confirmado ou a um surto na escola", detalhou.

O que está agora a ser ultimado, de acordo com Mariana Vieira da Silva, "são elementos de muito pormenor que obviamente são importantes", que têm de ser trabalhados entre os ministérios da Saúde e da Educação.

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