William e Kate pedem indemnização de 1,5 milhões de euros por fotografias em topless

O casal real inglês processou seis pessoas pela captura e divulgação das imagens em 2012. Julgamento começou ontem e a sentença está marcada para 4 de julho

A publicação das fotografias da duquesa de Cambridge em topless, em 2012, começou ontem a ser julgada em França. Numa declaração de abertura, lida pelo advogado de William e Kate, o príncipe descreveu o episódio como "particularmente chocante" tendo em conta a perseguição dos paparazzi à sua mãe. Seis pessoas estão a ser julgadas por invasão da privacidade.

O advogado dos duques falou de "danos enormes" e por isso pediu "uma indemnização significativa". "Em setembro 2012, a minha mulher e eu pensámos que podíamos ir por alguns dias a França, a uma vila isolada que pertence a um membro da minha família, e aí aproveitar a nossa privacidade", escreveu William na declaração que foi lida em tribunal pelo advogado Jean Veil e divulgada por vários meios de comunicação.

Assim que foram divulgadas as imagens de Kate Middleton em topless - quando os duques se encontravam numa viagem ao sul da Ásia e Pacífico Sul -, os príncipes apresentaram queixa em tribunal. Foi proibida a divulgação das mesmas.

Agora sentam-se no banco dos réus três fotógrafos, o dono e um editor da revista Closer e o antigo publisher do jornal regional La Provence, as duas publicações que originalmente divulgaram as fotografias. Apenas os três fotógrafos, suspeitos de terem captado as imagens compareceram em tribunal.

O advogado Paul-Albert Iweins, que representa a revista Closer, referiu que os duques de Cambridge pediram uma indemnização de 1,5 milhões de euros. Segundo o defensor, William e Kate estavam debaixo de uma grande atenção mediática, um ano após o seu casamento, e que as fotografias não constituem uma violação de privacidade, além de os mostrar numa perspetiva positiva, já que mostra como o casal estava unido.

A sentença está marcada para 4 de julho e não é expectável que os duques de Cambridge marquem presença no tribunal de Nanterre, oeste de França.

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