Solidariedade para com Gustavo pode ser em vão

O drama do pequeno Gustavo, filho do jogador Carlos Martins, pode continuar apesar da onda de solidariedade que a doença da criança suscitou entre os portugueses e até na Europa. Tudo porque o caso de Gustavo é "urgentíssimo" e os dadores só saberão se são compatíveis dentro de três meses, segundo a TV 7 Dias.

Hélder Trindade, director do Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão afirmou na semana passada em entrevista a um jornal diário que "um dador de quem seja colhido sangue, hoje, pode demorar dois a três meses até estar tipado e registado na base de dados".

Esta delonga pode complicar a vida do menino que sofre de aplasia medular - uma doença rara e que só pode ser curada se for encontrado um dador compatível.

Portanto, escreve a TV 7 Dias que a única forma real que há para se encontrar um dador compatível para o pequeno Gustavo é procurar no banco mundial de dadores, onde se encontra um registo de mais de 14 milhões de tipos sanguíneos.

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