Pornografia infantil na Neverland de Michael Jackson?

Relatórios policiais revelam que a mansão do cantor estava repleta de pornografia infantil, imagens sadomasoquistas e de tortura animal

Quase sete anos após a sua morte, a imagem de Michael Jackson volta a ser denegrida. Em causa estão relatórios policiais de 2003, só agora obtidos e divulgados pelo site RadarOnline, que revelam que o Rei da Pop acumulava pornografia infantil, imagens de sacrifício animal e de práticas sadomasoquistas na sua famosa Neverland, na Califórnia, EUA, onde vivia.

Segundo um investigador do caso, os objetos encontrados - entre os quais estão também dezenas de vídeos, fotografias e notas pessoais - "pintam uma imagem negra e assustadora de Jackson". "Os documentos expõem-no como manipulativo, viciado em drogas e predador sexual, que usava sangue, entranhas, imagens explícitas de sacrifício animal e atos sexuais perversos de adultos para submeter crianças à sua vontade", explica a fonte, acrescentando: "Ele também tinha imagens chocantes e nojentas de tortura de crianças, nudez de adultos e crianças, escravidão feminina e sadomasoquismo".

Dos objetos encontrados na Neverland, um dos mais perturbadores, segundo o RadarOnline, é uma fotografia de uma criança a segurar num ganso mutilado e num livro erótico chamado Room to Play (Quarto para Brincar), que inclui uma imagem de uma criança assassinada com uma corda à volta do pescoço.

Nos relatórios agora obtidos, as autoridades dizem ainda que o intérprete de Thriller chegou a usar fotografias dos seus próprios sobrinhos, em roupa interior, para "excitar jovens rapazes". "Ele tinha apetites sexuais verdadeiramente perversos, e as fotografias mostram um lado sádico dele que ninguém conhecia", explica a fonte inicial.

Em 2003, Michael Jackson foi alvo de sete acusações de abuso sexual infantil e duas de fornecimento de álcool a um menor com a intenção de o seduzir. Poderia ter pela frente cerca de 20 anos de prisão mas, em junho de 2005, foi absolvido de todas as alegações.

Quatro anos depois, em junho de 2009, o músico de 50 anos foi encontrado morto na sua casa, depois de ter ingerido uma dose fatal de medicamentos para dormir. O seu médico, Conrad Murray, que lhe receitou, entre vários sedativos, o anestésico Propofol, foi acusado de homicídio involuntário e, em novembro de 2011, considerado culpado. Cumpriu dois anos de pena.

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