Pai de Courtney Love suspeita que filha matou Cobain

Vinte anos depois do suposto suicídio do vocalista dos Nirvana, o pai da mulher de Cobain na altura da morte disse que pode ter sido a filha a premir o gatilho. "Bem capaz disso era ela", assegurou.

"Não posso provar que ela premiu o gatilho, mas posso provar o seu envolvimento [na morte de Kurt Cobain] com um elevado grau de certeza. Bem capaz disso era ela", admitiu Hank Harrison, pai da cantora e atriz, ao site norte-americano Radar Online.

As declarações do antigo manager da banda Grateful Dead, que mantém um relacionamento distante de Courtney há décadas, surgem numa altura em que se prepara para lançar o livro Love Kills: The Assassination of Kurt Cobain. "Ela sempre disse que iria matar uma estrela de rock", pode ler-se na obra.

Para Harrison, o bilhete de suicídio encontrado na carteira do músico apenas prova que "algo de horrível se passou". Da mesma opinião é Mark Yam, autor de um livro sobre a história do grunge, no qual defende que esse mesmo bilhete era apenas parte de uma carta maior, escrita pela própria Courtney Love.

No Twitter, um outro artista, Patrick Stickles, líder da banda Titus Andronicus, também veio apoiar a suspeita do pai de Love. "Aquele bilhete prova aquilo que sempre soubemos. Julgo que prova perfeitamente que a Courtney ou matou o Kurt ou escreveu a sua carta de suicídio", frisou.

Recorde-se que o romance entre Courtney Love e Kurt Cobain foi muitas vezes apontado pela imprensa como destrutivo e ligado ao consumo de drogas. Trocaram alianças a 24 de fevereiro de 1992 e, a 18 de agosto do mesmo ano, foram pais da única filha em comum, Francis Bean Cobain.

O vocalista dos Nirvana foi encontrado morto, com um tiro na cabeça, no dia 8 de abril de 1994, na sua casa em Seattle.

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