Jimmy Kimmel candidata-se a vice-presidente dos EUA

Kimmel fez o anúncio na TV, ignorando as regras que exigem o apoio oficial de um candidato a presidente

Dita o sistema político norte-americano que o vice-presidente é eleito indiretamente, em conjunto com o presidente, que o nomeia antes de subir ao cargo. Mas nada disto parece ter importância para Jimmy Kimmel, que esta quinta-feira, durante o seu talk show, contornou todas as regras, anunciando a sua própria candidatura a número dois dos Estados Unidos.

"Não preciso de um número um para chegar a número dois", atirou o anfitrião de 48 anos, à porta do estúdio do seu programa, em Los Angeles, onde chegou num autocarro decorado a rigor e foi recebido por um aglomerado de fãs.

Pela forma divertida com que anunciou a sua candidatura, quase ninguém o levou a sério. Nem ele próprio. "Como sou o único a candidatar-me a vice-presidente, acho que tenho uma boa hipótese de ganhar isto!", brincou.

Ainda no decorrer de Jimmy Kimmel Live, o apresentador concedeu uma entrevista exclusiva a uma equipa da CNN que, alinhando na brincadeira, lhe perguntou o porquê da candidatura. "Amo tanto este país que, se eu fosse uma mulher, teria sexo com ele", respondeu.

Apesar de ser altamente improvável que Kimmel consiga, de facto, oficializar as suas intenções, o The Washington Post não descarta por completo a hipótese, prevendo (mais um vez, em tom humorístico) que o comediante poderá vir a ser nomeado para vice-presidente pelo mais polémico pré-candidato presidencial. "[Donald] Trump cancelou à última da hora a sua presença no programa de Kimmel, em outubro, por isso basicamente está em dívida para com ele", lê-se num dos argumentos.

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