Esta menina de quatro anos já leu mais de mil livros

Chama-se Daliyah Marie Arana e começou a ler quando tinha ano e meio. Até o discurso de William L. Phelps, The Pleasure of Books, considerado de grau universitário, esta menina de quatro anos lê sozinha

Leu as primeiras palavras quando tinha um ano e seis meses. Completou o primeiro livro aos dois anos e 11 meses. Hoje, com os quatro anos, Daliyah Marie Arana já leu mais de mil obras. "Gosto de ler todos os dias", contou a menina norte-americana ao The Washington Post.

A história de Daliyah tornou-se pública depois de Carla Hayden, a 14ª bibliotecária do Congresso dos Estados Unidos, a ter convidado a visitar o local e a ser a "bibliotecária do dia". Acompanhada pela mãe, Haleema Arana, a rapariga explicou que o autor infantil Mo Willems é o seu escritor preferido e que, apesar de se perder em contos, são as histórias de dinossauros que têm um lugar especial no seu coração. É por isso, aliás, que o seu maior sonho é tornar-se paleontóloga.

Em Washington, nos corredores da Biblioteca do Congresso, Daliyah deixou-se perder na secção dedicada aos mais pequenos, leu para Carla Hayden - que no ano passado fez história ao torna-se na primeira mulher e primeira afro-americana à frente da instituição cultural, a mais antiga do país - e ainda sugeriu que fossem colocados quadros brancos nas paredes dos corredores. O objetivo é que outras crianças possam praticar a escrita nessas telas. "Disseram-lhe que iam pensar seriamente na sugestão", contou a mãe. "Quero ajudar as professoras a ensinarem outras crianças a ler desde cedo também", acrescentou a rapariga ao jornal Gainesville Times.

No YouTube, a mãe de Daliyah publicou um vídeo no qual a filha lê o discurso de William L. Phelps, The Pleasure of Books (O Prazer dos Livros), considerado de grau universitário.

A leitura apareceu na vida desta criança de quatro anos como um desafio. O programa 1,000 Books Before Kindergarten da Georgia, que visa combater a iliteracia, promover a leitura a recém-nascidos, bebés e crianças e incentivar a ligação entre pais e filhos através da leitura, foi levado à letra."Ela queria ler sozinha", disse Haleema Arana. "Quanto mais palavras aprendia, mais vontade tinha de ler", concluiu.

Agora, Daliyah Marie Arana já só pensa em aumentar o número de obras lidas. Quer que o seu recorde atinja as 1500 quando, no próximo mês de outubro, entrar para o infantário.

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