Diana e as regras diplomáticas de vestuário

"Diana: Her Fashion Story", exposição patente no Kesington Palace de Londres, "explora a história de uma jovem mulher que teve de aprender rapidamente as regras diplomáticas de vestuário"

A exposição Diana: Her Fashion Story abriu esta sexta-feira ao público no Palácio de Kesington, em Londres, e mostra os vestidos mais simbólicos de Diana de Gales, a "Princesa do Povo", mãe de William e Harry de Inglaterra.

Eleri Lynn, curadora da exposição - que poderá ser visitada ao longo de 2017, ano em que passam 20 anos da morte de Diana - detalhou pormenores sobre a forma como a Princesa do Povo comunicou através das roupas. "Ela foi ganhando confiança ao longo da vida, controlando a forma como era representada e comunicando de maneira inteligente através das roupas que usava", explica, adiantando que a mostra "explora a história de uma jovem mulher que teve de aprender rapidamente as regras diplomáticas de vestuário e da realeza e que colocou a indústria da moda e os estilistas britânicos no centro das atenções".

Diana recusava calçar luvas, por exemplo, por gostar "de andar de mãos dadas, ou de dar apertos de mão". "Ela gostava de ter contacto direto", afirma Eleri em entrevista à revista People, referindo ainda que a princesa, sempre que visitava hospitais, "gostava de usar roupas coloridas e alegres".

"Também gostava de utilizar joias grandes e pesadas, porque as crianças gostavam de brincar com elas", frisa ainda a curadora, acrescentando que foi pelas crianças que deixou de usar chapéus. "Dizia que era impossível abraçá-las" se tivesse um.

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