Tancos: Diretor da Polícia Judiciária Militar vai recorrer de prisão preventiva

Rui Baleizão admitiu que "não estava à espera" da decisão de prisão preventiva decretada ao seu cliente, o diretor da Polícia Judiciária Militar.

O advogado do diretor da Polícia Judiciária Militar (PJM) disse nesta sexta-feira que vai recorrer da decisão de prisão preventiva decretada ao seu cliente, no âmbito da investigação da recuperação de armas de Tancos.

"Não estava à espera [da decisão], pelo interrogatório que foi feito ao meu constituinte e pela convicção que mantenho de que está inocente", disse aos jornalistas Rui Baleizão, à porta do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa.

O advogado adiantou que na segunda-feira vai pedir os autos e que depois recorrerá da decisão.

O TIC de Lisboa decretou nesta sexta-feira prisão preventiva para o diretor da Polícia Judiciária Militar, Luís Vieira, e para um civil.

Um comunicado do TIC adianta que os restantes seis arguidos ficam em liberdade, embora sujeitos a termo de identidade e residência, suspensão do exercício de funções, proibição de contacto com os coarguidos e com quaisquer militares das Forças Armadas, da GNR e elementos da Polícia Judiciária Militar.

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