Portugal tem mais 5891 casos e 79 mortes nas últimas 24 horas

No dia em que a ministra da Saúde diz esperar ter tudo a postos para distribuir as primeiras doses de vacinas em janeiro, regista-se um total de 3632 mortos e 236015 infetados por covid-19.

Portugal registou mais 5891 casos de covid-19 e 79 óbitos nas últimas 24 horas, informou a Direção Geral da Saúde através do boletim epidemiológico.

O país tem agora 78641 casos ativos, mais 1555 do que na véspera, num total de 236015 infetados desde março. O número de recuperados ascende a 153702, graças aos 4257 que deixaram o vírus para trás.

Com mais 79 mortes, Portugal regista agora um total de 3632.

O número de pessoas necessitadas de internamento hospitalar continua em ascensão: há agora 3051, mais 23 do que na véspera, e 432 doentes em unidades de cuidados intensivos.

Por regiões, o Norte está no topo das transmissões e das mortes: 120157 e 1697, com mais 3191 e 47, respetivamente, nas últimas 24 horas.

Lisboa e Vale do Tejo tem 83258 casos e 1339 óbitos, um acréscimo de 1637 infeções e de 16 mortes.

O Centro registou mais 791 casos (em 22197) e 10 mortes (em 454), seguido do Alentejo, com 133 casos (em 4680) e 5 mortes (em 88), e do Algarve, com 119 casos (em 4357) e um 1 morte (em 37).

Nas regiões autónomas contabilizou-se mais 1 caso na Madeira, que tem agora 722, e 19 nos Açores, que totaliza 644 infetados.

Preparados para vacina em janeiro

A ministra da Saúde revelou hoje que o governo espera ter tudo preparado em janeiro para receber as primeiras vacinas. Marta Temido disse também que nomeou uma taskforce para o acompanhamento da introdução da vacina, a qual irá estabelecer quais são os grupos etários e prioritários para receberem a vacina.

Foi também anunciado que as reuniões sobre a evolução da covid-19 em Portugal, que juntam políticos, especialistas e parceiros sociais, vão ser retomadas. A reunião vai decorrer na quinta-feira, no Infarmed, em Lisboa. A última destas reuniões realizou-se na Faculdade de Medicina da Universidade Porto, no dia 7 de setembro, após terem estado interrompidas cerca de dois meses.

Para reflexão das autoridades, os dados agora publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que revelam que nos oito meses da pandemia morreram muito mais pessoas em casa.

Entre os 77249 portugueses que morreram - um aumento de 8686 óbitos em relação à média do período homólogo, nos últimos cinco anos - 31124 morreram fora dos hospitais, mais 5817 do que a média o registada também no período entre 2015 e 2019. "Mais de dois terços do acréscimo de óbitos entre 2 de março e 1 de novembro, relativamente à média dos últimos cinco anos, ocorreu fora dos hospitais", conclui o INE.

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