Marcelo falou por intercomunicador com doentes infetados no Curry Cabral

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou esta quinta-feira o Hospital Curry Cabral, em Lisboa, tendo falado "por intercomunicador" com três doentes infetados com o novo coronavírus.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou esta quinta-feira o Hospital Curry Cabral, em Lisboa, tendo falado "por intercomunicador" com três doentes infetados com o novo coronavírus.

"O Presidente da República visitou hoje, ao início da tarde, acompanhado pela ministra da Saúde, pela diretora-Geral da Saúde, pela presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central e pelo diretor do Serviço de Infeciologia, o Hospital Curry Cabral, tendo tido oportunidade de falar, por intercomunicador, com três doentes internados por Covid-19", refere uma nota colocada no portal da Presidência na Internet.

Da agenda oficial do Presidente da República enviada às redações não constava a visita ao Curry Cabral. Esta terça-feira, Marcelo já tinha falado sobre a intenção de visitar doentes infetados com o novo coronavírus. "Eu cheguei a pensar nessa deslocação, mas deve ser dada primazia ao Governo para que se não diga que o Presidente da República está a ter protagonismo excessivo numa questão que o primeiro-ministro chamou a ele mesmo a nível da coordenação, ao mais alto nível", afirmou no mesmo dia em que António Costa visitou o Hospital de São João, no Porto.

O surto de Covid-19, detetado em dezembro, na China, e que pode causar infeções respiratórias como pneumonia, provocou cerca de 3.300 mortos e infetou mais de 95 mil pessoas em 79 países, incluindo nove em Portugal.

Das pessoas infetadas, mais de 50 mil recuperaram. Além de 3.012 mortos na China, há registo de vítimas mortais no Irão, Itália, Coreia do Sul, Japão, França, Hong Kong, Taiwan, Austrália, Tailândia, Estados Unidos da América e Filipinas, San Marino, Iraque, Suíça e Espanha. A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o surto de Covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional e aumentou o risco para "muito elevado".

Em Portugal, o Governo já publicou um despacho para garantir que os trabalhadores em quarentena por determinação de autoridade de saúde devido ao surto de Covid-19 vão receber integralmente o rendimento nos primeiros 14 dias, num regime "equiparado a doença com internamento hospitalar".

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