Sobre questões relacionadas a Xinjiang

Por anos, Xinjiang tem sofrido muito com o terrorismo e o extremismo religioso, e a segurança da vida da sua população foi seriamente ameaçada. A questão de Xinjiang não é, de forma alguma, do âmbito religioso, étnico ou dos direitos humanos, mas é questão de combate à violência, ao terrorismo e ao secessionismo. Nos últimos anos, respondendo positivamente o apelo da ONU, o governo da Região Autónoma de Xinjiang tem adotado métodos pedagógicos ou formadores para realizar a desradicalização, com o objetivo de eliminar a base onde nasce e se propaga a mentalidade extremista. Os centros de ensino e formação profissional legalmente estabelecidos em Xinjiang são estabelecimentos de ensino e são tentativas positivas de combate preventivo ao terrorismo e ao extremismo. O seu objetivo reside em erradicar o terrorismo e o extremismo religioso da sua origem.

Nos últimos anos, graças ao apoio do Estado e à ajuda das outras regiões do país, Xinjiang está no seu melhor momento de desenvolvimento na sua história. A sociedade está estável, o povo goza uma vida feliz e alcança êxitos sem precedentes tanto no desenvolvimento económico e social como na melhoria do nível de vida do seu povo. A população de Xinjiang goza de todos os direitos, inclusive o direito à vida e ao desenvolvimento. Têm sido bem preservados e herdados letras e língua, cultura e tradição, costumes e hábitos dos grupos étnicos minoritários. Nos últimos mais de 60 e tal anos, o PIB de Xingjiang aumentou mais de 200 vezes, e o PIB per capita de Xinjiang aumentou quase de 40 vezes.
A esperança média de vida aumentou dos 30 anos aos 72 anos. Nos últimos 40 anos, a população de chineses uigures cresceu de 5,5 milhões para 12 milhões. As políticas relativas a Xinjiang adotadas pela parte chinesa têm sido amplamente apoiadas pela comunidade internacional, incluindo muitos países árabes e a Organização para a Cooperação Islâmica. No dia 12 de março, durante a 46.ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, 64 países apoiaram a posição, as práticas da parte chinesa em Xinjiang e reconheceram progressos obtidos na região através de uma declaração conjunta. Pode dizer-se que os êxitos do desenvolvimento de Xinjiang estão à vista de todos, e são muito claros.

Para apresentar o desenvolvimento económico e social de Xinjiang, a parte chinesa já publicou oito livros brancos, realizou 25 conferências de imprensa e convidou para visitar a região mais de 1200 diplomatas, jornalistas e grupos religiosos de mais de cem países, que testemunharam, com os seus próprios olhos, a estabilidade e aprosperidade da região, e elogiaram que as experiências antiterrorismo e de desradicalização da região são positivas para aprender. Como diz um provérbio chinês, "factos falam mais alto do que palavras". Portugal é um dos países europeus que mais conhecem a China. Estendemos as boas-vindas a mais amigos portugueses para uma visita pessoal a Xinjiang e conhecer no local as realidades sobre o desenvolvimento económico e social, e conhecer pessoalmente a vida feliz do povo da região. Consequentemente, podem ter um olhar objetivo e justo sobre os progressos obtidos no desenvolvimento de Xinjiang e compreender melhor as políticas chinesas para a região, para evitar ser enganados ou desorientados pelas desinformações e reportagens preconceituosas.

Embaixador da República Popular da China em Portugal

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