TV Marcelo. Canal Portugal

Os primeiros 31 dias de Marcelo começaram com o pé direito. Foi uma estrela, a descer a Calçada da Estrela de um dia cheio de convergências políticas, sociais, culturais e até religiosas.
Começou no seu ritmo acelerado, a quebrar protocolos, a marcar as novas horas da agenda presidencial, a deixar a sua "marca", e desde aí não tem parado de se multiplicar. Marcelo antes de ser presidente já era uma "marca" frenética. Foi, aliás, por ser uma "marca" tão frenética que se tornou uma "marca" forte, que soube fazer o caminho e que conseguiu quase sozinho, com uma pequena ajuda dos concelhos sábios do seu neto, trazer consigo até Belém uma boa maioria dos portugueses.
Contrastando com a figura ausente do seu antecessor, o Presidente Marcelo é, sem dúvida, uma estrela mediática da política portuguesa. Está a criar uma corrente de sintonia com o governo e com os portugueses, colocando a presidência próxima do dia-a-dia dos assuntos e das pessoas.
A sua "marca", tal como a de António Costa, é feita de uma incansável energia que alimenta a sua notoriedade e o seu domínio público dos assuntos.
António Costa lembrava nesta semana a indicação que deu ao seus ministros para nunca se esquecerem de que são ministros. Pois ao Presidente Marcelo somos levados a lembrar que nação não é televisão e audiência nem sempre é sinónimo de pertinência.
Contudo, as marcas mais importantes e valiosas do mundo são as mais presentes, as mais conhecidas, as que fazem parte da nossa vida, que conseguem gerir o difícil equilíbrio entre a notoriedade e o desgaste, entre a presença e a banalização.
Estou certo de que Marcelo saberá o risco que corre em continuar a ser ele próprio, agora que é Presidente da República. Mas também estou certo de que, como poucos, saberá a importância de estar em permanente ligação e sintonia com os portugueses, gerindo as "audiências" da sua "marca" pessoal que está agora ao serviço de uma causa maior, de um canal que se chama Portugal.
E se não bastasse o desígnio nacional, a sua magistratura de afetos, como fez questão de anunciar, seria razão suficiente para emitir 24 horas, pois afetos não têm hora e nunca são demais.

Criador de marcas. Presidente da Ivity Brand Corp

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