Turista belga é a mais recente vítima da 'ilha da morte'

Autoridades tailandesas afirmam que Elise Dallemange, de 30 anos, se suicidou

É o último caso de um conjunto de sete mortes a ocorrerem na ilha de Koh Tao, na Tailândia, já denominada de "ilha da morte" Elise Dallemange, turista belga de 30 anos, suicidou-se, de acordo com as autoridades, em abril, numa história que só foi conhecida esta quinta-feira.

Elise foi encontrada na floresta, enforcada e parcialmente comida por lagartos, afirmam as autoridades, de acordo com o Telegraph.

A mãe da jovem belga, Michele van Egten, não acredita que a filha se tenha suicidado. "Receamos que alguém esteja envolvido. Não aceito que a minha filha se tenha suicidado", afirma, acrescentando que Elise estava "normal" da última vez que falaram e não apresentava sinais de depressão.

A belga de 30 anos já tinha inclusivamente informado que iria retornar à Bélgica brevemente. Estava a viajar pela Ásia há quase dois anos e meio e estava a viver num retiro de yoga, que era por muitos considerado um culto.

Van Egten aponta ainda o facto de as malas de Elise terem partido num ferry que a esta ia apanhar, para depois se dirigir para Banguecoque. "Não sei por que motivo ela compraria um bilhete e depois foi para selva cometer suicídio", afirmou.

Este é o último caso conhecido de estranhas mortes na ilha de Koh Tao. Quatro foram determinados pelas autoridades como sendo suicídios, com o caso mais mediático a ser o dos britânicos Hannah Witherige, de 23 anos, e David Miller, de 24, assassinados em setembro de 2014, na praia, enquanto se dirigiam para o hotel.

Todas as mortes aconteceram nos últimos três anos e recaem sobre estas várias suspeitas, com os casos a serem considerados estranhos.

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