Novo balanço de queda de avião em São Paulo. Sete mortos

Aparelho despenhou-se sobre uma residência.

O número de mortos na queda de uma aeronave de pequeno porte sábado, em São Paulo, no Brasil, subiu para sete, incluindo o empresário Roger Agnelli, que ajudou a fazer da Vale a segunda maior mineradora do mundo.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, citado pela imprensa brasileira, o acidente provocou a morte do piloto e dos seis passageiros, entre os quais também a mulher e os dois filhos do empresário.

Segundo a imprensa, os bombeiros ainda procuram identificar as outras pessoas que estavam na aeronave.

Veja a reportagem da BandNews:

A queda ocorreu sobre uma residência na zona norte da cidade de São Paulo, que se incendiou, mas as chamas foram combatidas pelos bombeiros, que fizeram deslocar 15 viaturas para o local.

Uma pessoa que estava na casa foi levada para o Pronto-Socorro da Santa Casa da Misericórdia de São Paulo.

A aeronave caiu logo depois de descolar de uma das pistas do Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, e tinha como destino o aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Roger Agnelli, de 56 anos, assumiu a presidência da Vale em 2001, quatro anos depois da privatização, numa altura em que a empresa ainda carregava uma pesada estrutura herdada da época em que era estatal, e deixou-a uma década depois, quando era já uma das mais lucrativas da América Latina.

O empresário, cujo trabalho foi elogiado internacionalmente, deixou o cargo numa altura em que sofria pressões por parte do Executivo brasileiro.

Nos últimos anos à frente da empresa, Roger Agnelli viu a sua relação com o ex-Presidente Lula da Silva piorar por ter despedido 1.300 trabalhadores durante a crise económica mundial, numa altura em que o Governo procurava combater o desemprego.

O empresário também recusou as tentativas de influência na Vale por parte do Governo, que mantém um certo poder de decisão na empresa através de fundos de pensão que controlam boa parte do seu capital.

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