Furacão Florence já fez cinco mortos na Carolina do Norte

O governador Roy Cooper apelou à população para terem cuidado e continuar alerta, apesar de o furacão já ter passado para tempestade tropical

O furacão Florence já provocou quatro mortos, de acordo com a polícia de Wilmington, do estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. As primeiras vítimas foram uma mulher e um bebé.

"Uma mulher e o seu bebé morreram quando uma árvore caiu sobre a sua casa", escreveu a polícia local na rede Twitter. As duas vítimas acabaram por morrer antes de serem resgatados, tendo o pai da criança ficado ferido e transportado para o hospital, não sendo conhecida a gravidade dos ferimentos.

Outra das vítimas foi uma mulher que não resistiu a um ataque cardíaco, em Hampstead. O serviço de emergência médica foi chamado ao local, mas o atraso provocado pelas várias árvores caídas, fez com que não chegassem a tempo de socorrer a mulher.

A quarta vítima foi um homem que morreu eletrocutado quando tentava ligar um gerador no condado de Lenoir, onde outro homem de 77 anos foi arrastado pelo vento quando tentava encontrar os seus cães de caça.

"Os nossos corações estão com as famílias de quem morreu nesta tempestade", disse Roy Cooper, governador da Carolina do Norte, alertando para o facto de "o furacão Florence vai continuar a devastar o nosso estado durante alguns dias", lançando ainda um apelo às populações: "Sejam cuidadosos e continuem em alerta."

Acompanhado por chuvas torrenciais e ventos violentos, o furacão chegou à Carolina do Norte na manhã desta sexta-feira e representará ainda uma "grande ameaça" nas próximas entre 24 e 36 horas, advertiu a Agência Federal das Situações de Emergência norte-americana. Ainda assim, desde as 17.00 horas (22.00 horas em Portugal continental), foi anunciado que o furacão diminuíra de intensidade, passando a tempestade tropical.

Para já, o Florence já causou enormes inundações, encurralando os habitantes em casa, tendo o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, garantido que nenhum cidadão português sofreu prejuízos na passagem do furacão.

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