Faróis da Baía de São Francisco precisam de funcionários. Salário de 130 mil dólares

Local é também atração turística, mas não está a ser fácil encontrar quem cuide dele

Ilha pequena, com belas vistas sobre a cidade, esta poderá ser a sua nova casa, se souber pilotar um barco e fazer uma cama e café da manhã. Este é o anúncio de um emprego para dois faroleiros na East Brother Light Station, na Baia de São Francisco. O ordenado é apetecível, na ordem dos 130 mil dólares (114 mil euros) anuais.

Este farol ilumina a Baía de São Francisco desde 1873 e embora haja muitos interessados, dado o valor do ordenado oferecido, são requeridas qualificações que excluem muitos candidatos.

Um grupo local salvou a estação da destruição planeada na década de 1970, fazendo lobby para a sua nomeação para o Registo Nacional de Lugares Históricos. Trabalharam para a restaurar e administrá-la como um alojamento de cama e pequeno-almoço. À chegada, os hóspedes recebem champanhe e canapés. Visitam o complexo da pequena estação, os bairros vitorianos, o farol, que permanece operacional, e uma cisterna muito antiga. Depois desfrutam de um jantar com vários pratos e um café groumet pela manhã.

O emprego é sedutor, diz Jillian Meeker, uma das zeladoras de um dos faróis, mas também afirma que é muito o trabalho. Como os zeladores são geralmente um casal, os únicos trabalhadores da estação, o conjunto de habilidades necessário para gerir o espaço é bastante alargado. Os zeladores têm de preparar as refeições, limpar e prestar serviço impecável aos clientes, organizar corridas e pilotar o único barco da estação, que exige uma licença de capitão da Guarda Costeira dos EUA.

Meeker e o seu companheiro, Che Rodgers, encaixam nas qualificações. Rodgers cresceu a trabalhar em barcos de pesca no Alasca, depois a servir jantares finos em barcos de cruzeiro. Merker administrou um alojamento durante quatro anos e adora cozinhar.

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