Farmácia recusa aviar receita para terminar gravidez inviável

Um funcionário da cadeia Walgreens invocou razões morais para negar a venda de medicamento a mulher de 34 anos cujo feto iria sempre ser abortado naturalmente

Nicole Mone, uma mulher de 35 anos de Peoria, Arizona, saiu "em lágrimas e humilhada" de uma farmácia da cadeia Walgreens, naquela localidade, depois de um funcionário ter recusado vender-lhe um medicamento para terminar a gravidez que lhe tinha sido passado pelo seu médico, segundo noticia a BBC.

A norte-americana tinha descoberto na terça-feira passada que o seu feto de dois meses era inviável e iria sempre dar origem a um desmancho, tendo-lhe sido dadas as opções de o remover cirurgicamente ou de induzir o aborto com medicação. Mas ao deslocar-se ao Walgreens, acompanhada do filho de sete anos, foi informada pelo farmacêutico em causa que não cumpriria o seu pedido, por princípios "morais".

"Eu percebo, todos nós temos as nossas crenças, mas o que ele não conseguiu perceber é que esta não é a situação pela qual eu tinha ansiado. isto é algo que eu não desejava mas sobre o qual não tenho qualquer controlo", desabafou Mone no Facebook.

A Walgreens, questionada pela BBC, informou que está a averiguar o sucedido.

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