Estados Unidos admitem aumentar utilização de armas nucleares

Nova estratégia de segurança do presidente Donald Trump para combater ataques estratégicos não nucleares pode passar por um papel reforçado para as armas nucleares

A administração de Donald Trump admitiu que poderá vir a ampliar a utilização de armas nucleares como parte de uma nova estratégia de segurança para combater "ataques estratégicos não nucleares", revelou o presidente dos Estados Unidos esta segunda-feira.

Durante o anúncio, no qual a problemática das alterações climáticas foi omitida, o líder do governo norte-americano disse que "Os Estados Unidos estão a voltar, e os Estados Unidos estão a voltar fortes".

"Estamos a reconstruir a nossa nação, a nossa confiança e a nossa posição no mundo. Vamos defender-nos e defender o nosso país como nunca o fizemos antes", vincou.

Sob o slogan "paz através da força", os norte-americanos vão reforçar o orçamento militar, situando-o numa verba recorde de 700 biliões de dólares em 2018.

"Ataques estratégicos não nucleares" representa uma nova categoria de ameaça que os EUA podem combater utilizando armas nucleares e, de acordo com declarações do vice-secretário-adjunto de defesa, Rob Soofer, os "ataques cibernéticos contra as infraestruturas dos Estados Unidos" estão incluídos na categoria de ameaças estratégicas não nucleares.

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