21 governadores dos EUA recusam receber refugiados sírios nos seus estados

François Hollande anunciou esta tarde aos deputados e senadores franceses: "A França está em guerra"

A coligação internacional liderada pelos Estados Unidos destruiu, pela primeira vez, 116 camiões-cisternas utilizados pelo grupo extremista Estado Islâmico no leste da Síria, anunciou hoje o Pentágono. Ainda no rescaldo dos atentados que, na passada sexta-feira, fizeram pelo menos 129 mortos e 352 feridos, o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, admitiu esta segunda-feira que a França tem de se preparar para a possibilidade de novos atentados terroristas e que os ataques de sexta-feira em Paris foram planeados a partir da Síria. Soube-se também, entretanto, que os serviços secretos iraquianos tentaram avisar os países da coligação que combate o Estado Islâmico de um ataque "iminente". Numa declaração perante o Congresso do Parlamento, o Presidente francês pediu, por outro lado, uma alteração na Constituição que facilite a luta contra o terrorismo.

Na Bélgica, uma operação nos arredores de Bruxelas terminou sem resultados: Salah Abdesalam, suspeito de estar diretamente envolvido nos atentados de Paris, continua em fuga. Numa outra nota, um responsável francês identificou já esta segunda-feira o belga Abdelhamid Abaaoud como o "cérebro" por detrás dos ataques em Paris da passada sexta-feira, informa a AP.

O secretário de Estado das Comunidades negou ainda a existência de uma terceira portuguesa morta nos atentados de Paris na sexta-feira, salientando que até domingo à noite estavam apenas confirmadas duas vítimas mortais portuguesas. O nome de Christine Gonçalves "não está na lista dos mortos ou dos feridos. Isto não significa que não possa ter morrido, mas até ao momento não está na lista", sublinhou José Cesário. Ainda em Portugal, Passos Coelho e Cavaco Silva pediram mais cooperação e meios para combater o terrorismo.

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