Dinamarca reabre as fronteiras aos casais que o covid-19 separou. Mas há critérios a cumprir

Desde esta segunda-feira que os namorados ou namoradas de residentes na Dinamarca podem entrar no país, caso residam nos países nórdicos ou na Alemanha, independentemente da nacionalidade.

Fotos, mensagens de telemóveis ou emails. São estas as provas que as autoridades dinamarquesas pedem aos namorados ou namoradas de residentes no país que, por causa do covid-19, tenham ficado do outro lado da fronteira e sido obrigados a continuar a relação apenas à distância. Mas, em breve, bastará uma carta assinada pelos parceiros para poderem entrar.

A regra aplica-se a residentes da Alemanha, Suécia, Noruega, Finlândia ou Islândia, independentemente da sua nacionalidade. Mas atenção, a relação tem que ser considerada séria, isto é, durar há pelo menos seis meses e já ter incluído vários encontros frente-a-frente. Relações que se baseiam apenas em contactos por telefone ou pela Internet não são consideradas.

As autoridades inicialmente pediam uma série de provas da relação, mas após as críticas da oposição, o governo decidiu que basta uma carta assinada pelo parceiro ou parceira para permitir a entrada no país.

Além dos casais que o novo coronavírus separou, também estão autorizados a entrar desde segunda-feira os residentes nesses mesmo países que têm uma casa de férias na Dinamarca. Ou que tenham um familiar, mais concretamente, filhos, pais, netos ou avós, a viver no país.

A Dinamarca registou 11 387 casos de coronavírus e 563 mortes.

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