Britânico diretor do Spotify foi uma das vítimas do ataque de Estocolmo

Chris Bevington tinha 41 anos. Outra das vítimas foi uma menina de 11 anos

Chris Bevington, natural do Reino Unido, foi uma das quatro vítimas mortais do ataque com um camião no centro de Estocolmo, que aconteceu na passada sexta-feira. Bevington, que tinha 41 anos, morreu no ataque que vitimou igualmente dois suecos e uma cidadã belga que estava de visita à cidade.

O britânico trabalhava em Estocolmo - onde vivia com a família - como diretor do serviço de streaming de música Spotify.

O fundador do Spotify, Daniel Ek, já prestou tributo a Bevington, em comunicado: "Chris foi um membro da nossa banda ao londo de mais de cinco anos. Teve um grande impacto, não apenas no negócio, mas em toda a gent que teve o privilégio de o conhecer e trabalhar com ele. Não há palavras para descrever o quanto vamos sentir a falta dele ou como estamos tristes por tê-lo perdido".

Um porta-voz do gabinete dos Negócios Estrangeiros, citado pelo The Guardian, já garantiu que a família de Bevington na Suécia e no Reino Unido está a receber apoio.

Outra das vítimas do ataque, de nacionalidade sueca, foi uma criança de 11 anos, que tinha saído da escola e estava a caminho de casa. Tinha falado com a mãe minutos antes do ataque e tinham combinado encontrar-se na estação do metropolitano.

No domingo, a polícia revelou que estava à procura do presumível autor do atentado, um homem de 39 anos natural do Uzbequistão, desde o mês de fevereiro. Em 2014, o suspeito tinha pedido uma autorização de residência para ficar na Suécia, que lhe fora negada no verão passado, tendo ficado sujeito a expulsão. Em fevereiro, quando as autoridades quiseram que cumprisse a ordem de expulsão, não foram capazes de o localizar.

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