Biden passa à frente de Trump na Geórgia e na Pensilvânia

Democrata tem 264 votos no Colégio Eleitoral (contando com os 11 do Arizona que a AP já lhe entregou, apesar de Trump estar a recuperar), pelo que os 16 da Geórgia lhe dariam a Casa Branca. A Pensilvânia vale 20 votos e nesse caso nem seria preciso o Arizona.

O democrata Joe Biden, que só precisa de vencer mais um estado para conquistar a Casa Branca, ultrapassou o presidente norte-americano, Donald Trump, no estado da Geórgia e na Pensilvânia.

O ex-vice-presidente tem agora mais 1096 votos que o adversário no primeiro estado, estimando-se que ainda haja 65 mil votos que falta contar (incluindo cerca de nove mil que podem chegar dos militares).

Na Pensilvânia, a vantagem é de 5587, sendo que a anterior contagem dava uma vantagem de quase 18 mil votos a Trump (sendo que já chegou a ser quase 700 mil votos). Se vencer os 20 eleitores do Colégio Eleitoral neste estado, tem a vitória garantida, mesmo sem o Arizona, que a AP e a Fox News já lhe entregaram mas que outros media ainda não fizeram.

Biden tem 264 votos contando com os 11 do Arizona sendo o número mágico os 270. Nesta contagem, basta ganhar os 16 da Geórgia para ganhar.

Mesmo sem contar com os 11 votos do Arizona, se Biden vencer na Geórgia ficaria com 269 votos no Colégio Eleitoral e o máximo que Trump poderia conseguir era um empate, se vencesse todos os estados que faltam.

Além da Geórgia e na Pensilvânia, Biden lidera também no Nevada (seis votos no Colégio Eleitoral) por 11 438 votos. Já o presidente está confortavelmente na liderança na Carolina do Norte (15 votos) e no Alasca (3 votos), mas isso não será suficiente, tenso apenas 214 votos no Colégio Eleitoral.

A liderança inicial de Trump na Geórgia e Pensilvânia foi encurtando à medida que eram contados os votos por correio, na sua maioria em áreas de maioria democrata.

Há quatro anos, Trump ganhou na Geórgia com 5 pontos percentuais de diferença em relação a Hillary Clinton. O último democrata a vencer neste estado foi Bill Clinton em 1992 e, antes dele, só Jimmy Carter, que nasceu lá, em 1976.

(Atualizada às 14.00 com novos dados na Pensilvânia)

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