Suspeitas de infeção com covid-19 adia julgamento de Julian Assange

O julgamento em Londres sobre a extradição do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, do Reino Unido para os Estados Unidos foi esta quinta-feira suspenso porque um dos advogados apresentou sintomas de covid-19.

A juíza Vanessa Baraitser ordenou que a audiência fosse adiada até segunda-feira, enquanto um advogado que representa o governo dos EUA é testado ao coronavírus.

Assange, de 49 anos, está a resistir ao pedido de extradição norte-americano para ser julgado nos EUA por acusações de espionagem, as quais acarretam uma pena máxima de 175 anos de prisão.

O australiano enfrenta 18 acusações de espionagem e uso indevido de computador devido à publicação de documentos militares secretos dos EUA pelo portal WikiLeaks há uma década.

Os advogados de Assange dizem que a acusação é um abuso de poder com motivação política que vai limitar a liberdade de imprensa e colocar em risco jornalistas em todo o mundo.

A audiência começou esta segunda-feira no tribunal criminal de Old Bailey, em Londres, e deve durar cerca de um mês.

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