Exclusivo O fascínio de um castelo onde já se sentem saudades das filas

Foi fortificação defensiva, casa de reis e rainhas, hospital e até prisão mas hoje é o ex-libris de Lisboa, o monumento mais visitado da cidade e do país. Apesar da queda acentuada do turismo, no castelo de São Jorge não se baixaram os braços e acena-se aos residentes

Um dia de tempestade em 2019 permanece na memória da diretora do castelo de São Jorge, Maria Antónia Amaral. Apesar do "temporal desgraçado", com um céu negro assustador e chuva intensa, o miradouro daquele monumento de Lisboa estava cheio de gente. Foi há dois anos, mas parecem ter passados muitos mais, tal o cenário que agora se vive por ali, em pleno verão. Os pontos de interesse são os mesmos - alguns até melhorados -, mas agora há a malvada pandemia que afasta os turistas. As diferenças saltam à vista: já não há filas para entrar, circula-se sem atropelos e chega-se ao muro do miradouro sem ter de esperar que alguém decida seguir caminho. Mesmo assim, este continua a ser o monumento mais visitado de Lisboa.

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