Cascais quer instalar sistema de videovigilância até 2023

Ao todo serão 359 câmaras que visam garantir a segurança "de pessoas e bens" em zonas do concelho mais propícias à ocorrência de crimes.

A Câmara Municipal de Cascais pretende implementar até 2023 um sistema de videovigilância, com 359 câmaras, para prevenir a criminalidade violenta no concelho.

Em comunicado, a autarquia presidida Carlos Carreiras (PSD) refere que teve esta quarta-feira início o processo para a instalação do sistema de videovigilância e para a criação de um Centro de Controlo, com a assinatura de um acordo com o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (Cometlis) e o Comando Territorial de Lisboa da GNR.

A instalação deste sistema de videovigilância visa "garantir a segurança de pessoas e bens, públicos e privados, e prevenir a prática de crimes em locais em que exista razoável risco da sua ocorrência".

"A ideia é melhorar o sentimento de segurança por parte da população, antecipar eventuais ameaças, detetando precocemente indicadores da concretização de uma ação hostil, e monitorizar locais de maior fluxo e concentração de pessoas", diz a autarquia, acrescentando ainda que "todos os locais para a instalação das câmaras foram alvo de estudo e escolha por parte das áreas de informação da PSP e da GNR, atendendo a um conjunto de fatores relacionados com histórico de ocorrências, índices criminais, concentração de multidões ou circuitos de passagem".

O visionamento das imagens de videovigilância em espaço público será feito, em permanência, pela PSP e pela GNR no futuro Centro de Controlo de Cascais (C3). "Dotado com uma sala de comando e de uma sala de crise, contará com as mais modernas tecnologias para assegurar alta resiliência dos meios de alarmística e comunicações no caso de uma catástrofe", sublinha o comunicado.

As câmaras serão instaladas na freguesia de Alcabideche (37), em Cascais (135), no Estoril (47), na Parede (51), em Carcavelos (52) e ainda em São Domingos de Rana (37).

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