Exclusivo Sem esquecer Putin, EUA apostam na frente asiática para conter China

A administração Biden retoma a aposta na Ásia-Pacífico e no estreitar de relações com os aliados para fazer face ao grande rival da atualidade. Mas sem deixar de confrontar o adversário do século XX.

Os ânimos exaltaram-se na quarta-feira entre Washington e Moscovo na sequência de uma entrevista do presidente dos EUA Joe Biden, no qual este concorda que o seu homólogo russo, Vladimir Putin, é um assassino, e que "irá pagar as consequências" por mais uma tentativa de interferência nas eleições presidenciais norte-americanas em favor de Donald Trump. Foi essa a conclusão de um relatório do gabinete da diretora dos serviços de informações, Avril Haines, que imputa ao presidente russo "pelo menos aprovação tácita" das manobras de desinformação.

A entrevista em que Biden confirmou que certa vez disse a Putin que este "não tem alma" foi transmitida no mesmo dia em que os EUA anunciaram mais restrições nas exportações para a Rússia como retaliação do envenenamento do opositor Alexei Navalny. O Kremlin convocou o seu embaixador em Washington Anatoli Antonov para consultas, enquanto dizia ser "essencial" determinar "os meios para retificar as relações russo-americanas".

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