Biden convida Putin para cimeira EUA-Rússia e quer "construir relação estável"

O convite partiu de Joe Biden, durante uma conversa telefónica, em que o Presidente norte-americano disse desejar "construir uma relação estável e previsível com a Rússia, de acordo com os interesses americanos"

Os Presidentes dos EUA, Joe Biden, e da Rússia, Vladimir Putin, aceitaram esta terça-feira realizar uma cimeira, num país terceiro e nos próximos meses, "para construir uma relação estável e previsível".

O convite partiu de Joe Biden, durante uma conversa telefónica, em que o Presidente norte-americano disse desejar "construir uma relação estável e previsível com a Rússia, de acordo com os interesses americanos", pode ler-se num comunicado da Casa Branca.

O Kremlin também já emitiu um comunicado em que refere que as duas partes "expressaram a disposição para continuar o diálogo nas áreas mais importantes para garantir a segurança global".

O Presidente dos Estados Unidos expressou ainda a sua "preocupação com o repentino aumento de tropas russas na Crimeia ocupada e na fronteira com a Ucrânia", apelando à Rússia para "diminuir as tensões", disse a Casa Branca.

"O Presidente Biden sublinhou o apoio inabalável dos Estados Unidos à soberania e integridade territorial da Ucrânia", pode ler-se no comunicado divulgado no dia em que o chefe da diplomacia norte-americana, Antony Blinken, se encontra em Bruxelas para discutir este tema com seu homólogo ucraniano e com os aliados europeus da NATO.

O Presidente norte-americano também "deixou claro que os Estados Unidos agirão de forma decisiva na defesa dos seus interesses nacionais em resposta às ações russas, como ataques cibernéticos ou interferência eleitoral".

Segundo o Kremlin, durante a conversa, "Vladimir Putin descreveu as abordagens para um acordo político baseado nos acordos de paz de Minsk", assinados em 2015, para pôr fim ao conflito na região.

Mais Notícias

Outras Notícias GMG