Protestos continuam em Minneapolis após morte de afro-americano pela polícia

Os manifestantes protestaram na noite de domingo contra a morte de Winston Boogie Smith Jr., de 32 anos, que foi assassinado a tiro na passada quinta-feira, no bairro de Uptwon, em Minneapolis.

Os manifestantes tomaram conta das ruas de Minneapolis, pela quarta noite consecutiva, por causa da morte a tiro de um afro-americano por agentes federais dos EUA na passada semana.

Os manifestantes protestaram na noite de domingo contra a morte de Winston Boogie Smith Jr., de 32 anos, que foi assassinado a tiro na passada quinta-feira, no bairro de Uptwon, em Minneapolis, quando era procurado por uma equipa de US Marshalls (polícia federal dos Estados Unidos), por posse ilegal de armas.

Logo após a morte do suspeito, na quinta-feira à tarde, uma pequena multidão reuniu-se no bairro onde o homem foi alvejado, para contestar a violência policial na cidade.

As manifestações têm-se repetido desde então e no domingo à noite voltaram às ruas, não havendo relatos de feridos ou detenções, ao contrário do que ocorreu nos dias anteriores.

As autoridades disseram na sexta-feira que Smith era procurado por posse ilegal de armas e que terá disparado antes de dois agentes federais o terem atingido fatalmente com um tiro, quando ele estava dentro de um carro.

A família e os amigos descrevem Smith como pai de três filhos, que costumava ser procurado pela polícia.

Os familiares exigem agora transparência na investigação, enquanto pedem a eventuais testemunhas do episódio para se apresentarem com os seus relatos.

A cidade de Minneapolis vive um ambiente tenso desde a morte de George Floyd, um homem afro-americano que morreu em maio de 2020, após ter sido detido por três polícias na cidade de Minneapolis.

Um ex-polícia de Minneapolis, Derek Chauvin, foi condenado por homicídio em segundo grau e em terceiro grau pela morte de Floyd, enquanto os restantes agentes aguardam julgamento por cumplicidade no crime.

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