Morreu Cobby, o mais velho chimpanzé a viver num zoo nos EUA

A esperança média de vida de um chimpanzé na natureza é de 33 anos, chegando aos 60 nos que estão em cativeiro

Cobby, o chimpanzé mais velho a viver num jardim zoológico acreditado da América do Norte, morreu este sábado, aos 63 anos, no zoo de São Francisco.

"Estamos destroçados por partilhar a triste notícia da morte do nosso querido Cobby, um chimpanzé do sexo masculino de 63 anos. Cobby, uma alma gentil, trouxe uma presença calma ao seu grupo de sete e era um companheiro protetor da Minnie e da Maggie, com quem viveu durante 42 anos", escreveu o Jardim Zoológico de São Francisco, na sua página de Facebook. As duas fêmeas terão ambas 52 anos. Outra das suas companheiras, Tallulah, morreu em 2013.

Os quatro tinham sido levados para o zoo em meados da década de 1960, sendo que Cobbey, que foi criado por humanos, estava treinado e foi a estrela de uma série de televisão, onde desempenhava papéis humanos, chamado "Cobby's Hobbies".

"Como o mais velho chimpanzé do sexo masculino em qualquer jardim zoológico acreditado na América do Norte, ele uniu gerações de visitantes do zoo como um dos favoritos dos fãs e era amado por todos", acrescentou o zoo, que não revelou a causa de morte, mas indicou que o animal tinha estado doente e que a idade avançada terá sido um fator.

A esperança média de vida de um chimpanzé na natureza é de 33 anos, chegando aos 60 nos que estão em cativeiro, segundo o zoo. Atualmente há entre cem mil e 200 mil chimpanzés a viver na natureza, sendo considerados dos primatas mais em risco em África, por causa da caça, da perda de habitar e das doenças.

A morte de Cobby surge menos de uma semana depois da de Joey, um outro chimpanzé que vivia no Jardim Zoológico de Sacramento, também na Califórnia. Joey tinha 57 anos e estava no zoo desde 1967.

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