Exclusivo G7 alinhado em combater várias crises. Mas não chega, alertam especialistas

Países falam a uma voz para dar vacinas contra a ​​​​​​​covid, em compromissos para a crise climática, ou na introdução de impostos para as grandes multinacionais, mas são criticados por mostrarem falta de ambição.

Desta vez o local escolhido para a fotografia de grupo do G7 - o grupo das economias mais avançadas do planeta - foi a praia, e o tapete vermelho foi substituído por uma passadeira branca. Uma imagem arejada e mais informal da reunião que se estende até domingo em Carbis Bay, uma localidade contígua à antiga cidade pesqueira de St. Ives, na Cornualha. Mas numa cimeira cuja agenda se dedica ao combate à pandemia, à recuperação económica global e às alterações climáticas, a batalha da imagem foi vencida pelas organizações não governamentais e grupos ativistas que organizaram um conjunto de desfiles e iniciativas em que reivindicam muito mais dos dirigentes políticos.

A começar, pelo primeiro-ministro britânico. O líder do país que preside ao G7 afirmou no Twitter que ia pedir aos "colegas líderes que estejam à altura do desafio de vencer a pandemia e voltar a construir melhor, mais justo e mais verde", e a acompanhar o texto uma foto do próprio a sair de um avião.

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