Exclusivo De Cabul a Auckland, o Estado Islâmico mostra-se

A ameaça do grupo terrorista continua real no momento em que pela primeira vez nos EUA um elemento do EI se dá como culpado.

Era um suspeito vigiado 24 horas por dia, mas ainda assim conseguiu levar a cabo um ataque que as autoridades da Nova Zelândia, sempre prudentes em relação à identificação dos autores e às suas motivações, não tiveram dúvidas em rotular de "inspirado no Estado Islâmico". O homem de 32 anos, natural do Sri Lanka, e há dez anos no país, entrou num supermercado de um centro comercial nos subúrbios de Auckland, muniu-se de uma faca retirada de uma prateleira e atacou seis pessoas em menos de um minuto, o tempo que levou os agentes à paisana intervirem, segundo disse a primeira-ministra Jacinda Ardern.

De acordo com a chefe do executivo, o homem era uma conhecida ameaça à segurança e estava sob "constante" vigilância policial. Ao lado de Ardern, na conferência de imprensa, o chefe da polícia Andrew Coster defendeu o desempenho dos seus homens. "A realidade é que, quando se está a vigiar alguém 24 horas por dia, sete dias por semana, não é possível estar imediatamente ao seu lado em todos os momentos. O pessoal interveio o mais rapidamente possível e evitou novos feridos numa situação que era aterradora", comentou. Segundo testemunhas, o atacante gritou "Allahu akbar" e deu início a uma corrida durante a qual feriu com gravidade várias das seis pessoas atingidas até ter sido abatido pela polícia.

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