Exclusivo A mulher que não cedeu aos raptores vai estar à frente da OMC

Sobreviveu à política na Nigéria e não cedeu aos raptores da mãe. Ngozi Okonjo-Iweala vai levar os seus princípios para a Organização Mundial do Comércio.

A organização que trata de remover barreiras no comércio internacional vai derrubar outra de grande simbolismo, ao ter como diretora-geral uma pessoa africana e mulher. A nomeação ainda não foi oficializada nem tem data marcada para o fazer, mas estará garantida após a retirada, na sexta-feira, da outra candidatura finalista, a da sul-coreana Yoo Myung-hee.

Este desenvolvimento põe fim a um impasse de meses, uma vez que a escolha da liderança na Organização Mundial do Comércio (OMC) carece de consenso e a administração do norte-americano Donald Trump apoiava Yoo. Joe Biden, juntou-se à candidatura de Ngozi Okonjo-Iweala na sexta-feira, ao sinalizar "forte apoio" à nigeriana, que tem "um vasto conhecimento em economia e diplomacia internacional" e "experiência comprovada na gestão de uma grande organização internacional".

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