Exclusivo A diplomata poliglota que quer ser a primeira mulher no cargo de Rutte

Sigrid Kaag, de 59 anos, é líder do D66, que conquistou mais quatro deputados nas eleições em que o chefe de governo saiu reforçado. O seu objetivo é ser primeira-ministra.

Em junho de 2020, a antiga diplomata Sigrid Kaag, que tinha assumido o cargo de ministra do Comércio Externo e da Cooperação para o Desenvolvimento no terceiro governo de Mark Rutte, decidiu candidatar-se à liderança dos Democratas 66 (D66, partido liberal social). O seu objetivo, assumiu, é tornar-se a primeira mulher chefe de governo nos Países Baixos. Em dezembro venceu as eleições internas e agora o D66 foi um dos grandes vencedores das legislativas. Ainda não é o suficiente para Kaag alcançar o seu objetivo, mas a Reuters já lhe chama "a mulher mais influente na política neerlandesa".

As eleições, que a pandemia estendeu de segunda a quarta-feira, foram ganhas por Rutte e os seus liberais do Partido Popular para a Liberdade e Democracia (VVD, na sigla original). Conquistaram mais dois deputados e reforçaram a presença na Câmara Baixa - terão 35 dos 150 lugares. Mas o D66 foi outro dos grandes vencedores - as projeções à hora de fecho das urnas davam-lhe mais oito deputados, mas no final (a contagem ainda decorria ontem) só terá ganho quatro (terá 24). O suficiente para ser o segundo partido mais votado.

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