Susana Díaz faz último esforço para tomar posse na Andaluzia

Eleita para liderar o governo da Andaluzia a 22 de março, a socialista Susana Díaz ainda não conseguiu tomar posse por falta de uma maioria no Parlamento da região, onde já foi chumbada por três vezes.

Num último esforço para conseguir os seus intentos, a presidente andaluz está a reunir-se com os partidos da oposição. Se tudo correr mal, o passo seguinte serão novas eleições.

O primeiro encontro de Susana Díaz foi ontem com Juan Manuel Moreno, o presidente do PP da Andaluzia. Mas a mensagem dos populares foi clara: não há hipótese alguma de os populares darem o seu apoio à socialista. De referir que bastava a abstenção do PP para que Díaz fosse investida. Para salvar a situação, Moreno sugeriu que "perante a incapacidade de Díaz conseguir uma maioria, o presidente do Parlamento, como árbitro, proponha outro candidato ou candidata com que se possa chegar a acordo".

As esperanças da presidente em funções da Andaluzia centram-se agora nos outros partidos da oposição: Podemos, Ciudadanos e Esquerda Unida (IU), com os quais se reunirá hoje.

Se o governo não conseguir assumir funções até 5 de julho, serão convocadas novas eleições. Como a lei eleitoral andaluza proíbe eleições autonómicas entre 1 de julho e 31 de agosto, o escrutínio apenas poderá realizar-se a partir de setembro.

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