Strauss-Kahn começou a ser julgado em França por proxenetismo

O ex-diretor do FMI está acusado de ser o principal beneficiário de festas libertinas. Defesa afirma que ele não sabia que mulheres eram prostitutas.

A defesa do antigo diretor do Fundo Monetário Internacional acusado de proxenetismo, cujo julgamento começou hoje em França, garantiu que Dominique Strauss-Kahn desconhecia que as mulheres que participam nas festas que organizava eram prostitutas.

Acusado de proxenetismo agravado e de ser o principal beneficiário e instigador de festas libertinas, Dominique Strauss-Kahn pode apanhar uma pena de 10 anos de prisão e uma multa de 1,5 milhões de euros.

O julgamento por proxenetismo começou quatro anos depois do escândalo ocorrido num hotel em Nova Iorque, onde foi acusado de violar uma empregada daquela unidade hoteleira, em 2011.

No primeiro dia do julgamento, que decorre em Lille e que envolve mais 13 arguidos, Dominique Strauss-Kahn negou conhecer dois dos principais acusados.

"Ele é um libertino, não amante de prostitutas, e não tinha conhecimento da qualidade das jovens mulheres que participaram nas noites", afirmou a defesa do antigo ministro das Finanças francês.

No Palácio da Justiça de Lille foi instalada uma sala de imprensa no piso térreo com quatro ecrãs gigantes para cerca de 300 jornalistas, incluindo órgãos de comunicação social estrangeiros.

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