Primeiro-ministro israelita condena atentado a sinagoga que fez pelo menos seis mortos

Benjamim Netanyahu acusou o presidente palestiniano, Mahmud Abas, e o movimento islamita Hamas de provocar a agressão.

O primeiro-ministro israelita condenou hoje o ataque cometido contra uma sinagoga no bairro Har Nof, em Jerusalém, que causou a morte a pelo menos seis pessoas, e advertiu que Israel vai "responder com punho de ferro".

Em comunicado, o chefe do governo israelita, Benjamim Netanyahu, acusou o Presidente palestiniano, Mahmud Abas, e o movimento islamita Hamas de provocar a agressão.

"Este é o resultado das provocações lideradas por Hamas e Abu Mazen, provocações que a comunidade internacional ignora de forma irresponsável", disse Netanyahu, antes da reunião com o seu conselho de segurança.

O primeiro-ministro israelita disse ainda que "Israel vai responder com punho de ferro a este brutal assassinato de judeus que tinham ido rezar".

De acordo com informações da polícia local, pelo menos seis pessoas, entre elas os dois presumíveis atacantes, morreram num tiroteio numa sinagoga e seminário rabínico do bairro ortodoxo de Har Nof, em Jerusalém oeste.

Anteriormente, fontes avançadas pelas agências noticiosa internacionais devam pelo menos sete mortos.

Os agressores, que atacaram os judeus com machados, facas e armas de fogo, foram identificados como sendo palestinianos e mortos no local do ataque.

A polícia confirmou a morte de quatro israelitas e dos dois atacantes e assegurou que está a investigar o ataque terrorista, o segundo mais grave perpetrado em Jerusalém desde o fim da segunda intifada, a partir do ano 2000.

Inicialmente, as agências internacionais davam conta de sete mortos entre os fieis e atacantes.

Os movimentos islamitas radicais palestinianos Hamas e Jihad Islâmica aplaudiram hoje o ataque, considerando tratar-se de "uma reação natural aos crimes levados a cabo pelos ocupantes e colonos".

Na mensagem colocada na página da rede social Facebook, o porta-voz do Hamas na Cisjordânia, Husam Badram, relacionou a agressão com a morte na segunda-feira de um condutor de autocarro

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