Pastor Feliciano. A cara do Brasil ultraconservador

Terceiro deputado em número de votos no país defende a cura gay e diz ao DN que John Lennon morreu porque ofendeu Jesus Cristo.

Seria só mais um programa escandaloso da televisão brasileira com direito a tentativas de agressão e gritos de uma socialite e de uma atriz de telenovela, não estivesse no meio da confusão um deputado da nação, Marco Feliciano. O pastor Feliciano, nada menos que o terceiro deputado do Brasil com maior número de votos nas eleições de outubro de 2014, é a face folclórica de um país e de um poder político cada vez mais dominados pelos ultra-conservadores.

Com 42 anos, o controverso pastor evangélico neopentecostal fundador da igreja Catedral do Avivamento é useiro e vezeiro em brigas na TV ou nas sessões parlamentares. Muito conhecido no estado de São Paulo - foi votado em 634 dos 645 municípios do estado e eleito atrás apenas de Celso Russomanno, apresentador de televisão, e de Tiririca, palhaço profissional - tornou-se famoso a nível nacional quando, apesar do seu perfil, foi eleito presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados em 2013.

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