O regresso do presidente bling bling? Franceses têm dois anos para decidir

O estilo musculado levou-o ao Eliseu. Os excessos de ostentação valeram-lhe críticas. Agora aposta no discurso duro para regressar.

"Como mulher dele, preferia que não voltasse [ao Eliseu]", garantia Carla Bruni ao El País em junho de 2013 sobre uma eventual nova candidatura presidencial de Nicolas Sarkozy. Passados quase dois anos e com a UMP, o partido do marido, a vencer umas departamentais que lhe abrem a porta da corrida à presidência de França, agora a opinião da cantora e ex-modelo deverá ser bem diferente.

Derrotado em 2012 pelo socialista François Hollande, Sarkozy manteve-se afastado da política francesa nos meses seguintes. Mas não por muito tempo. Em dezembro de 2014 volta pela porta da política partidária, ao assumir a presidência da UMP. Um cargo que usou para unir o partido e a direita antes das departamentais de dia 22 e de ontem.

Aos 60 anos, o filho de imigrantes húngaros sonha volta a atravessar os portões do Eliseu em 2017. Desta vez ao seu lado estará Bruni, com quem casou enquanto estava na presidência e depois de se divorciar da segunda mulher, Cécilia. Sarkozy e Bruni são pais da pequena Giulia, de 3 anos e meio, que se juntou aos irmãos Louis (filho de Cécilia), Jean e Pierre (ambos da primeira mulher, Marie-Dominique Culioli).

Leia mais na edição impressa ou no epaper do DN

Mais Notícias

Outras Notícias GMG