O acordo com o Irão deve ser encarado com prudência?

O acordo entre o Irão e as seis potências mundiais (os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU e a Alemanha), concluído ontem em Genebra, prevê que o Irão também cancele o enriquecimento de urânio acima de 5%. O jornalista de Globo Abel Coelho de Morais comenta a decisão.

Com este compromisso, as potências garantem o alívio das sanções contra o Irão, avaliadas em sete mil milhões de dólares, durante seis meses, mas se o país não cumprir por completo o acordo as sanções voltarão a entrar em vigor.

No âmbito do acordo alcançado, o Governo iraniano comprometeu-se a parar o enriquecimento de urânio até 20% e só poderá fazê-lo abaixo de 5%, apenas o suficiente para ser utilizado em atividades civis, a não expandir as centrais nucleares de Fordo e Natanz e a parar a construção da central de Arak, onde se poderia produzir plutónio.

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