Mortes na Síria sobem para mais de 39 mil

Mais de 39 mil pessoas, na maioria civis, morreram desde o início da revolta popular contra o Presidente sírio, Bashar Al-Assad, segundo dados divulgados hoje pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

A violência na Síria, desencadeada em março de 2011 como repressão de uma revolta popular contra o regime do Presidente Bashar Al-Assad, mas que se transformou numa guerra civil, resultou na morte de 27.410 civis, 9.800 soldados e 1.359 militares desertores.

O chefe do observatório, que tem sede em Londres, Rami Abdel Rahman, disse que estes números se juntam outras 543 pessoas que não foi possível identificar, totalizando 39.112 mortes.

O observatório estima que este número esteja aquém da realidade, uma vez que não incluí os desaparecidos, presumivelmente mortos, e as mortes nas fileiras das milícias pro-regime.

Abdel Rahman sublinhou a dificuldade em obter números exatos de mortes, quer do lado das forças de Assad, quer dos rebeldes, porque "os dois lados tendem a minimizar as perdas".

O observatório baseia a sua contagem das vítimas na rede de ativistas no terreno e nos médicos dos hospitais civis e militares.

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