Mortas 13 pessoas nas últimas 24 horas no Egito

O Egito conheceu nesta última terça-feira nova onda de violência, verificando-se confrontos entre partidários e adversários do presidente destituído Mohammed Morsi, que causaram 13 mortos em 24 horas. O poder político de transição advertiu que não deixarão o país resvalar para a guerra civil.

O Egito enfrentou na terça-feira nova vaga de violência entre apoiantes e adversários do deposto presidente deposto Morsi, tendo morrido 13 pessoas nas últimas 24 horas.

"O Egito não será uma segunda Síria e quem quiser prosseguir por esta via é um traidor", afirmou Ahmed al-Maslamani, porta-voz do Presidente interino, Adly Mansour, numa declaração divulgada pela agência oficial MENA.

O impasse mantém-se com a Irmandade Muçulmana, o movimento que apoia Morsi, a contar com a mobilização na rua para derrubar o novo poder, que manteve, imperturbável, a criação de instituições transitórias.

As organizações de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch (HRW) e Amnistia Internacional lançaram um alerta face ao agravamento da violência contra a comunidade cristã copta (6 a 10% da população), criticando a polícia pela sua inércia.

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