Manifestação tornou Paris "capital do mundo", diz Hollande

Merkel classificou mobilização internacional como incentivo para reforçar ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Presentes estiveram 44 chefes de Estado e de governo.

A chanceler alemã de rosto encostado ao de François Hollande e a visita deste à Grande Sinagoga de Paris, na companhia do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, onde foram largamente ovacionados, foram alguns dos momentos mais fortes do dia em que, como disse Angela Merkel, a "Europa e também o resto do mundo manifestaram a solidariedade" com a França. E um incentivo a que todos "tornem mais fortes os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade".

Outro momento intenso sucedeu quando o presidente abraçou longamente o enfermeiro, e colaborador do Charlie Hebdo, Patrick Pelloux, durante a marcha, irrompendo este último em lágrimas. Também vista como emblemática, a presença simultânea do chefe de governo israelita e do presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, a poucos metros um do outro, mesmo que não se tenham falado, num momento de viva tensão israelo-palestiniana.

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